uMode · Imersão In Company

Você recebe um documento, não um abacaxi.

João Risoléo, fundador e CEO da uMode.

Esse texto é para quem cuida de tecnologia dentro de uma empresa de moda.

Você não é contra IA. Você é contra herdar aplicação sem padrão, sem dono e sem teste, construída por alguém que assistiu a uma palestra e voltou animado.

O palestrante prometeu que qualquer um desenvolve. Foi embora. Três meses depois, quem está mapeando o que apareceu fora do padrão e onde foi parar dado de cliente é você.

A uMode faz o contrário disso.

A imersão não coloca nada em produção. O que a área de negócios constrói nos dois dias é protótipo: serve para testar a hipótese e ser jogado fora se estiver errada. Nada disso vai para o seu ambiente.

Quem define as regras é o seu time. Nos dois dias, vocês determinam qual dado entra, quais integrações não existem nessa fase, e qual padrão de código e de banco a construção segue. Se o seu time disser que algo não pode, não pode.

O entregável para você é um documento. No fim do segundo dia, a área de negócios sai com uma especificação escrita: gatilho, frequência, fluxo atual, regras, exceções, exemplo real e critério de aceitação. É o insumo que hoje você tem que arrancar em reunião.

O que você ganha é tempo. Boa parte do tempo do seu time hoje não é engenharia, é arqueologia: descobrir o que o negócio quis dizer. A imersão devolve esse tempo.

A uMode não ensina o seu time de negócios a programar. Ensina a escrever o que a sua tecnologia precisa receber, e a testar a ideia num protótipo antes de ocupar a sua fila.